Os nossos sonhos são nossos projetos inversos, desejos em medos, medos em formas distintas, matéria em formas disformes.
Ouvir, falar,vestir, comportar-se, sentir,fazer ou não, saber e o que se sabe,executar o que executou-se sabendo? Podemos executar o que nem sabemos, e pior executar e nem sequer imaginar que executamos,fizemos e jamais soubemos ,saberemos,saberíamos talvez de acordo com o "império" que estabelecemos aos nossos sentidos, ou o que nos foi imperativo sentir e passar aos sentidos que norteiam as normas e diretrizes de vida as quais nos permitem fazer, desfazer, crer, descrer, e viver desenhando todo dia uma página de atos nossos ou feitos por nós, e os atos alheios exercendo leis dinâmicas sobre nós que temos nosso conteúdo diferente do outro, e daquele outro e fazemos o mundo de trilhões de seres diferentes um do outro interagindo entre si para produzir fatos, ou produzem fatos por que vive-se para um fim nem que seja nada a finalidade de sua vida.
Toda essa especulação metafísica-epistemológica já foi feita pelo bispo irlandês há 300 anos atrás. Até as conclusões, como a de que Deus é o autor da realidade, são as mesmas.
Não há nada científico no imaterialismo. Aliás, ele é impossível de ser experimentado. Como pode ser possível investigar cientificamente algo que não é passível de experimentação? É óbvio que o método científico é limitado pelas nossas sensações, os filósofos já descobriram isso há muito tempo, já estava na hora do povão saber.
Apenas não saiam por aí dizendo que o imaterialismo foi comprovado pela ciência. Também não foi refutado.
A realidade além da percepção simplesmente não é objeto de investigação científica!
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